Pergunta enviada por Maria
A transferência de quotas de uma sociedade é um negócio jurídico e, como todo negócio, depende de vontade livre e de boa-fé para ser válida. Quando a assinatura é obtida sob pressão indevida, ou quando o negócio apenas aparenta existir sem uma contrapartida real, a lei oferece caminhos para questioná-lo.
O Código Civil trata da coação nos artigos 151 a 155: se a pessoa foi levada a assinar por fundado temor de dano, o negócio pode ser anulado. Já o artigo 167 cuida da simulação, situação em que o ato aparenta transferir algo que, na realidade, não se concretizou, por exemplo, uma venda em que nenhum valor foi efetivamente pago.
A prova nesses casos se constrói por vários meios, não apenas por mensagens. Extratos, ausência de registro de pagamento, documentos societários, testemunhas e a própria coerência dos fatos ajudam a demonstrar o que ocorreu. A falta de um único elemento não encerra a discussão.
Como cada situação tem contornos próprios, e prazos que variam conforme o vício alegado, a análise individual por um advogado é o que permite definir a medida adequada e a estratégia de prova.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educativo. Não constitui consulta jurídica, não gera relação advogado-cliente e não substitui a análise individualizada de um profissional.
Pergunta enviada por Joao
Danos causados por obra vizinha envolvem a responsabilidade de quem executa e de quem contrata a construção. O primeiro passo prático é documentar tudo: fotografe as rachaduras, registre datas e, se possível, obtenha um laudo técnico que relacione o dano à obra.
A comunicação formal ao responsável pela obra, por escrito, costuma ser recomendável, pois cria o registro do aviso e da tentativa de solução amigável.
Havendo recusa em reparar, existem medidas civis para buscar o ressarcimento. Cada caso depende da prova do nexo entre a obra e o dano, por isso a orientação individual de um profissional ajuda a definir a estratégia.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Ana
O valor da pensão alimentícia não é imutável. Ele se baseia no equilíbrio entre a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga, e pode ser revisto quando essa realidade muda de forma relevante, como na perda do emprego.
Enquanto a revisão não ocorre, a obrigação vigente continua válida, por isso o ideal é agir com rapidez e não simplesmente deixar de pagar, o que pode gerar consequências sérias.
Reunir provas da mudança de situação financeira e buscar orientação sobre o pedido de revisão é o caminho usual. A definição do novo valor depende da análise concreta de cada família.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Antonio
Descontos não reconhecidos no benefício podem decorrer de contratação que a pessoa não fez ou não autorizou. O primeiro passo é obter o extrato detalhado e identificar a origem do desconto e a instituição responsável.
A contestação formal junto ao órgão pagador e à instituição financeira, por escrito e com protocolo, é a medida inicial recomendada. Guardar todos os comprovantes é essencial.
Quando há indício de contratação fraudulenta, existem medidas para suspender o desconto e buscar a devolução dos valores. A análise da documentação específica orienta os passos adequados para cada situação.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Carla
No encerramento do contrato de trabalho, a empresa tem prazo definido em lei para o acerto das verbas rescisórias. O descumprimento desse prazo pode gerar penalidade em favor do trabalhador.
O ponto de partida é reunir os documentos da relação de emprego, como contrato, holerites e o termo de rescisão, e verificar o que foi ou não pago.
Persistindo a falta de pagamento, há vias para exigir os valores devidos. Como cada contrato tem particularidades, a conferência detalhada por um profissional ajuda a apurar o total correto.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Rafael
Contratos de compra de imóvel na planta costumam prever o prazo de entrega e, muitas vezes, um período de tolerância. O atraso além do que foi contratado pode gerar direitos ao comprador, conforme as cláusulas e as circunstâncias.
A leitura atenta do contrato e o registro formal da cobrança junto à construtora são passos iniciais importantes, sempre guardando protocolos e comunicações.
Dependendo do caso, o atraso pode ensejar diferentes medidas. A análise do contrato específico e das provas do atraso é o que permite orientar a melhor conduta.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Beatriz
A negativa de cobertura por plano de saúde nem sempre é válida. Quando há indicação médica fundamentada, muitas recusas podem ser questionadas, a depender do contrato e das normas aplicáveis.
O primeiro passo prático é exigir a negativa por escrito, com a justificativa, e guardar o relatório médico que indica o procedimento.
Com esses documentos, é possível avaliar as medidas cabíveis, inclusive em caráter de urgência quando a saúde está em risco. A análise do contrato e da indicação médica orienta o caminho de cada situação.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Jose
A negativa de um benefício nem sempre significa o fim do direito. Muitas recusas decorrem de falta de documento, de análise que pode ser revista ou de divergência sobre os requisitos.O primeiro passo é obter a cópia do processo administrativo e a carta de indeferimento, que explicam o motivo da negativa e orientam a correção.A depender do motivo, existem caminhos para revisar a decisão. Como cada benefício tem requisitos próprios, a conferência da documentação por um profissional ajuda a definir a via adequada.Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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Pergunta enviada por Maria
Quando uma dívida é quitada, o credor tem o dever de providenciar a baixa da negativação em prazo razoável, normalmente contado em poucos dias úteis após o pagamento.
Se o nome permanecer inscrito nos cadastros de inadimplentes depois desse prazo, o consumidor pode reunir o comprovante de pagamento e solicitar formalmente a retirada, guardando o protocolo do pedido.
A manutenção indevida da negativação após a quitação pode caracterizar dano ao consumidor, a depender das circunstâncias. O caminho comum é primeiro exigir a correção junto ao credor e ao órgão de proteção ao crédito e, persistindo o problema, buscar orientação jurídica sobre as medidas cabíveis.
Para análise do seu caso concreto, agende uma consulta com um advogado de sua confiança para parecer jurídico.
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